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VÍDEO NOVO: Judith McNaught e Romances Históricos

5 de ago. de 2014

Olá vocês!!

O vídeo de hoje é um bate-papo sobre uma das minhas autoras favoritas e que eu sempre indico pras minhas amigas: Judith McNaught. Eu conto um pouco dela para vocês, falo dos meus livros favoritos e faço um top 5 de motivos para ler seus romances históricos. Ficou um pouquinho longo, my bad, fiquei muito entusiasmada, mas espero que valha a pena assistirem a cada minuto.






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Beijos

Top 5: Filmes de Terror

16 de jul. de 2014


Quem me conhece sabe o quanto eu amo um filme de terror. É meu gênero favorito e não dispenso. Sou sanguinária, gosto de sangue, cabeças rolando e dedos voando. Entretanto, gosto de um bom roteiro também, assim como boas atuações. Filmes de terror são os mais difíceis de me agradar, tanto por eu ser exigente como pela deixa dos produtores. Um bom filme de terror não feito só com um vilão louco, baldes de sangue falso e um final feliz, é preciso ter toda uma história e técnicas cinematográficas que consigam nos intrigar e chamar a atenção. Assim, venho hoje trazer o meu Top 5 de filmes de terror. Se você também curte, vem comigo!


1) Evocando Espíritos (The Haunting in Connecticut) – 2009

Melhor sonoplastia
Melhor sequência de imagens
Melhor continuação



  
A história se passa em torno de Matt (Kyle Gallner) que é diagnosticado com câncer e assim, toda sua família é obrigada a se mudar para uma casa nova na cidade próxima a clinica de tratamento. Essa casa começa a interferir nos sintomas de Matt e principalmente em seu comportamento. Quando seus pais começam a pesquisar sobre o passado e quem foram os antigos moradores, descobrem um mistério sobrenatural.
Não dei melhor roteiro, pois é muito batido. Na verdade, filmes com temática sobrenatural tem a mesma base de enredo. O que me chamou atenção nesse filme é que ele conseguiu tirar de mim uns bons gritinhos de susto e olha, isso não é muito fácil. É muito comum ver a mesma sequência de cenas e sonoplastia em filmes de terror, assim, quando o personagem está a frente de um espelho, nós já nos preparamos para ver alguma coisa no reflexo com direito uma boa dose de grave no som. Esse filme em questão foge dessa mesmice, os sustos vem quando estamos mais despreparados, e é por isso que entra no meu Top 5.


2) Jogos Mortais (Saw) – 2004

Melhor roteiro


 
Já vou deixando bem claro que sou fã de carteirinha desse filme e que achei completamente desnecessário essa penca de continuações. Até o terceiro a essência de Jigsaw é mantida, depois disso é só mais um terror americano comum. Estou aqui para falar especificamente do primeiro filme que me chocou demais. Para você que viveu em uma bolha e não sabe do que se trata essa franquia, nada mais é que um jogo de armadilhas criado pelo serial killer mais incrível da história do cinema, o Jigsaw, onde sacrifícios é a chave para a saída com vida.
A história do Jigsaw é incrível, tudo bem que só o conhecemos mais a fundo nos dois filmes seguintes, mas o que eu acho mais notável é que James Wan não quis criar só um lunático sedento por sangue, mas sim alguém com uma inteligência invejável com princípios e honras. Os jogos de Jigsaw são como maneiras de reabilitação, as suas vítimas possuem um motivo para estarem ali, ele não os escolhe de maneira aleatória. Outra diferença no serial killer é que seus jogos sempre há uma saída com vida, as vítimas que devem prestar atenção as suas palavras e enigmas.
Acredito que o final desse primeiro filme superou a expectativa de qualquer espectador e surpreendeu de maneira que ninguém poderia prever. Eu mesmo fiquei com a boca no chão. Obrigada James Wan, você foi capaz de escrever uma história deslumbrante.

3) O Albergue (The Hostel) – 2005

Melhor sequência de imagens
Melhores efeitos
Prêmio de filme mais nojento



 
Quando um dos produtores é ninguém mais, ninguém menos que Quentin Tarantino a gente já sabe que sangue será o protagonista. Quem já viu o Albergue sabe que sangue é o que não falta. As cenas são explícitas, tem muita carne humana cortada, muita pele arrancada e olhos perfurados. A gente quer ver as cenas, mas elas parecem ser tão reais que por mais que tentemos, fechamos os olhos com um suspiro. Essa é a característica fundamental do filme, ele te instiga e te intriga por ser tão nojento. O pior é que as cenas não são rápidas como uma decapitação, mas lentas e contínuas em uma lenta tortura. É preciso ter estomago forte para assistir O Albergue, como já disse, a câmera não foge do foco, é explícito.
A história é meio surreal, eu acredito – na verdade quero acreditar que esse tipo de coisa não exista. Conta a história de dois americanos em férias na Europa e que são atraídos de modo sexual a um lugar que promete ser o paraíso para estrangeiros. Só que esse paraíso é uma farsa para uma associação doentia de pessoas riquíssimas que tem prazer em torturar outras pessoas.
 

4) Abismo do Medo (The Descent) – 2005

Melhor fotografia
Melhor continuação
Melhor sonoplastia
Melhor sequência de imagens
Melhor edição
Prêmio para o filme mais claustrofóbico



 
ESSE FILME! Sério, esse filme é SENSACIONAL! Obrigada ao meu amigo Leonardo por ter me indicado, não sei em que mundo vivia que não tinha ouvido falar dessa obra-prima do terror. A história é sobre um grupo de amigas que tem como interesse em comum o amor pela escalação e expedição de cavernas. Em uma dessas aventuras, elas se perdem e se vêem presas no subsolo. O que não esperavam é que criaturas sedentas por sangue habitam lá embaixo.
Quando dei o Prêmio de filme mais claustrofóbico ali em cima eu não estava brincando. Nem mesmo aquele filme Burried com Ryan Reynolds de 2010 que tinha como principal objetivo despertar a nossa claustrofobia teve sucesso se comparado com Abismo do Medo. É bom avisar que se você sofre dessa fobia e completamente desaconselhável assistir a esse filme. É sério! O ambiente de fundo do longa é uma caverna subterrânea, já começa por aí, e pra piorar ainda mais, há tuneis por onde nem uma criança passa e nossas protagonistas são obrigadas a passar. Tira o nosso fôlego, sem exagero nenhum. Enquanto eu assistia, sem notar, estava respirando fundo como se quisesse buscar o ar. O conjunto de imagem e sonoridade é completíssimo e levamos um susto a cada dez minutos. O roteiro não é essas coisas, mas o diretor soube aproveitar a história que tinha para criar um filme brilhante. A continuação não é nota 10, mas vale muito a pena ver por conta de twists inacreditáveis.
 

5) A Última Casa a Esquerda (The Last House on the Left) – 1979

Prêmio para o filme mais horripilante
Prêmio para o filme mais violento
Prêmio para o filme mais repugnante
DESACONSELHÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS




A história é sobre duas adolescentes que são feitas de reféns por um bando de sádicos e dementes. Sofrem tortura, estupro e todas as coisas doentias que vocês possam imaginar, até que finalmente são mortas. Fugindo da cidade, esse bando de lunáticos resolvem parar na última casa a esquerda, que por golpe do destino, pertencem aos pais de uma das vítimas. Aí então percebemos que todos nós possuímos o diabo dentro do corpo em uma rede de vingança.
Se O Albergue é explícito, esse filme em questão é o quádruplo. Meus prêmios ali em cima não foram exagerados. Conhecem a franquia Hora do Pesadelo? Famosa pelo Freddy Krueger? Então, The Last House on the Left foi o primeiro filme do mesmo diretor, Wes Craven. Só que ao que parece, Craven queria chocar a nação mundial logo de cara e conseguiu. O filme é tão violento que foi proibido em 10 países no mínimo. As imagens são fortíssimas, eu mesma não conseguia olhar para a tela em determinadas cenas. E não só as cenas causam ânsia, mas também a temática e trejeitos comportamentais dos personagens.
O filme é tão agravante que o marketing de divulgação na época possua o slogan “Para evitar o desmaio, repita para sim mesmo: é só um filme, é só um filme, é só um filme”. E acreditem, enquanto assistimos, nossa mente fica nesse mantra involuntariamente. Ainda acham que eu estou exagerando? Então termino com palavras do próprio diretor: “Não é um filme que eu assistiria com a minha família, pelo contrário, não deixaria que eles vissem. Não é algo que se possa comentar na mesa do café da manhã, a não ser que queria causar uma sequência de vômitos.”.

EXTRA) Rose Red - A Casa Adormecida (Rose Red) - 2002

Melhor fundamentação de roteiro



 
Eu precisava falar de Rose Red, é o meu filme favorito – e nem o considero terror por ser tão ridículo em figurino, maquiagem e edição. Eu já o vi umas dez vezes e não me canso. Mas se o filme é tão ruim assim, Renas, porque é que você gosta tanto? Uma pessoa: Ellen Rimbauer. Ela é a protagonista de base de todo o enredo da história do filme e, para mim, é a vilã mais diva das histórias de terror. O filme é baseado em um livro escrito por ninguém menos que Stephen King, chamado O Diário de Ellen Rimbauer. Esse livro foi criado especialmente para servir de roteiro.
Ellen Rimbauer é a esposa do milionário John Rimbauer que a presenteia com uma casa logo no inicio do casamento. Essa casa porém é amaldiçoada o que não impede de Ellen de se apaixonar por ela. A casa mata homem e faz com que mulheres desapareçam, tanto que a própria filha de Ellen some quando ainda era criança. Por meio de uma médium, Ellen recebe a incumbência de nunca parar de construir e aumentar Rose Red, e ela se torna lunática por isso. Após sua morte, a casa passa a crescer sozinha. Anos depois, um grupo de pessoas com poderes paranormais vão até a casa no intuito de acordá-la e registrar fenômenos sobrenaturais. Só que Rose Red não é muito receptiva.

Gostaram? Diz aí!

Top 5: Os livros que me fizeram chorar

25 de jun. de 2014

Eu sou uma manteiga derretida. Na verdade, sou líquida. Costumo dizer que não, mas sou sim. Quando assisto filmes de drama meus olhos sempre ardem e se enchem de lágrima em algum ponto da história. Só que com livros é diferente. Eu não costumo muito a chorar lendo. Salvo as exceções. Pra conseguir me fazer chorar em um livro, o autor deve ter traçado um enredo tão envolvente que eu me torne uma de suas personagens ou então que me surpreenda de algum modo ou que me cative. É por isso que hoje eu trago o meu Top 5 de livros que me fizeram chorar como uma criança.




 5) Harry Potter e a Ordem da Fênix – J.K. Rowling
Eu não me considero uma Pottermaníaca. Não fiz teorias, não comprei produtos da série, não sei o nome de todos os personagens e muito menos lembro nitidamente a ordem dos acontecimentos ou detalhes. Mas sei de uma coisa, eu amava o Sirius Black. De todos os personagens, ele era o meu favorito de longe! Quando eu li O Prisioneiro de Azkaban foi como se a J.K. soltasse um feitiço em mim porque eu caí de amores pelo Sirius. Não consigo explicar o porquê, só sei que pra mim ele é o bruxo mais fantástico e carismático no mundo de Harry Potter. Vocês já devem entender porquê esse livro entrou pro meu Top 5. A Ordem da Fênix tem um enredo sublime, os acontecimentos e desfechos desse livro são extraordinários, mas... POR QUÊ MATAR O SIRIUS?? Quando eu li essa passagem eu fiquei estática. Sério, eu não queria acreditar que aquilo estava acontecendo e quando dei por mim, estava chorando. Foi tão traumático que não consegui ler os próximos livros, ainda mais depois que fiquei sabendo que ele não voltava mesmo (porque dentro de mim eu alimentava a esperança que Sirius retornaria e mataria todo mundo). Eu quis matar a J.K. por ter acabado com a minha magia. Isso não se faz com pré-adolescentes indefesos.


4) Como eu era antes de você – Jojo Moyes
Esse livro entrou recentemente pro meu Top 5. Fiz a resenha dele aqui no blog e você pode ler lá o porquê dele estar em quarto lugar na minha lista. É um livro tão lindo que só de lembrar como eu me apeguei a ele já sinto minha garganta fechar.













3) Julgamento Mortal – Série Mortal – J.D. Robb
A série Mortal é a minha série favorita de todos os tempos. Ela está acima de qualquer outra série já escrita na história da literatura. Eu amo demais. Para os que não sabem ou nunca leram, pretendo fazer um post dedicado a ela em breve. Resumidamente, a série se foca na história de Eve Dallas, uma policial do departamento de homicídios da futurística cidade de Nova York. Eu costumo defini-la por Policial-Romance e não Romance-Policial porque em todos os livros o foco principal é o crime e a corrida da Eve por encontrar o assassino, porém, com um toque de romance no meio de tudo. Para os fãs de Agatha Christie é uma ótima recomendação, pois a trama criada pela Nora Roberts (sob o pseudônimo J.D.Robb) é intrigante. A gente lê achando que o assassino é tal e acaba com a cara no chão. Há um crime em cada livro, por isso a série Mortal não cansa. E os personagens são MARAVILHOSOS. Enfim, para entender o porquê do meu choro nesse livro é necessário ler ao mínimo os 4 primeiros livros da série. Eu me apeguei a Eve Dallas. Eu amo essa mulher de uma maneira incomum. Eu sinto o que ela sente quando estou lendo, eu vejo o que ela vê e até falo como ela. Por estar tão conectada à ela e sua história que quando um determinado acontecimento surge nesse livro eu fico tão chocada e desamparada como a Eve. Não houve morte, nem nada do tipo, mas o que acontece é extremamente emocional e determinante na vida da Eve. Só quem a conhece, como eu, pode sentir a desolação desse livro.



2) A Arte de Correr na Chuva – Garth Stein
Esse livro. Meu Deus! Esse livro! Só por se tratar de cachorro eu já sabia que iria me tocar no funda da alma, mas esse livro é diferente. Não é estilo Marley&Eu, é mais intenso e o que provoca essa intensidade é o fato do narrador ser o cachorro. Sim, nós lemos uma história sob a percepção de um cachorro e eu achei isso DESLUMBRANTE. Eu amo cachorro e eu amei o Enzo, e como não poderia? O enredo do livro é a vida de Enzo junto de seu dono Denny e sua família. Pode parecer monótono, mas acreditem, não é. A gente sente a maneira como Enzo se conecta com sua família e mesmo apesar dele não poder falar, faz de tudo para ser compreendido. E é. O livro tem o toque de inocência que eu realmente acredito que todos os cachorros possuem, sem contar da sua fidelidade. Depois de ler esse livro a gente realmente passa a enxergar os cachorros com outros olhos. Eu acredito que eles são os seres mais puros que Deus criou. Eu chorei nesse livro em diversas partes, e ainda choro quando releio ou indico pra alguém.



1) Souvenir – Therese Fowler
Eu não sei o que eu tinha quando li esse livro, mas de longe, foi o que eu mais chorei desde que aprendi a ler. Chorei mesmo, gente, como cachoeira. Era tanto choro, que eu lia uma pagina e tinha que parar, respirar fundo, tomar uma agua e continuar. Parar, respirar e continuar. Foi assim do meio do livro até o final. Eu literalmente molhei o livro. Tem páginas que é visível as gotas das minhas lágrimas. Mais uma vez repito, eu não sei porque ele me tocou dessa maneira. A história é clichê, a gente sabe o que vai acontecer no final, mas a narrativa da autora é tão fluida e envolvente que eu não consegui não sofrer com os personagens. A história é sobre Meg Powell e Carson McKay, os namorados de adolescência que são separados por golpe do destino. Mais de 15 anos depois eles se reencontram quando Meg descobre algo que irá mudar completamente suas vidas. Souvenir é puro drama. Eu acredito que estava na TPM quando o li pra minha reação ser tão devastadora porque algumas amigas leram e não foi tão intenso para elas como foi para mim. Mesmo assim, esse livro me fez chorar como nenhum outro sequer conseguiu.


E vocês? Quais livros fizeram vocês chorarem? Diz aí!

Top 5: Realities

20 de jun. de 2014

Um fato sobre mim: quando o assunto é televisão eu sou a pessoa mais fútil e supérflua que existe. Eu AMO realities toscos com direito a muita briga, xingamentos, intrigas e muito, mas muito dinheiro. Acredito que gosto tanto deles pelo simples fato de querer estar no lugar daquelas pessoas. É por esse motivo que estou aqui para compartilhar o meu top 5 de realities que alegram minhas noites e que sugam o meu tempo. Bora lá.

5) Dating in the Dark
Ai gente, esse reality é DEMAIS!! Existem diversas versões para ele. Tem americana, inglesa, mas a que eu mais gosto é a australiana porque, MEU DEUS, os australianos não tem pudores HAHAHAHA e não digo isso julgando-os, mas amando-os por me divertirem! A cada episódio, três mulheres e três homens vão a uma mansão onde vão ter rodadas de encontros as escuras uns com os outros. Nesses encontros devem conhecer sobre cada um e se identificar com o que achar o ‘parceiro ideal’. No final é revelada aos casais a aparência de cada um e cada casal deve decidir se vão dar a chance pro relacionamento ou se é adeus. Eu preciso dizer que acontece de TUDO no escurinho. Eu fico muito “OH MEU DEUS, NÃO, ELA NÃO FEZ ISSO” ou então “EU NÃO ACREDITO QUE ELE DISSE ISSO”. É demais, gente!! A premissa do programa é saber se o amor é realmente cego e na maioria das vezes, não! Eu assisto pelo youtube.



4) Top Chef
Eu sou gorda de espírito. Amo comer e sou ótima nisso. Óbvio que iria me apaixonar por um reality de comida. Para os que não sabem, Top Chef é uma competição de chefs de cozinha onde cada episódio é um desafio diferente. Sem contar as participações especiais de artistas. É realmente incrível o que eles fazem com uma simples batata ou a criatividade na apresentação dos pratos. Sem contar aquela chama de competição que envolve a casa. Eu adoro. Gosto mais ainda da versão Top Chef Masters que são vencedores ou runners-up de outras temporadas em busca do máximo título. O programa passa pelo canal Sony, não sei dizer o horário porque vejo via torrent.



3) Ex on the Beach
Imagina ir pra uma casa de praia na companhia de solteiros prontos pra farra. Agora imagina que durante sua estadia lá, seu ex aparece. É isso que acontece nesse reality DOS DEUSES. Ele se passa na Inglaterra, onde quatro mulheres e quatro homens estão em busca de diversão numa casa perfeita a beira-mar quando aos poucos seus/suas ex’s vão aparecendo. Aqui tem direito a briga, a palavrão, a puxão de cabelo, a bebida na cara, a barraco e a muito, muito sexo. Eu estou completamente apaixonada por esse reality porque adoro ver o circo pegando fogo e também porque me coloco no lugar deles. Se meu ex aparecesse e eu fosse obrigada a vê-lo ter encontro com outras mulheres eu simplesmente iria surtar. Eu e meu ex iríamos ser as estrelas desse reality porque daríamos um show de brigas e reconciliações HAHAHAHAHA. Mais uma vez, eu assisto no youtube.



2) Are You the One?
O meu novo xodó de realities. Imagina você, amigo (a), que não consegue se dar bem com ninguém, que quebrou a cara diversas vezes no quesito ‘mozão’ e que acha que não há o par perfeito te esperando aí fora, é informado que sim, ELE EXISTE e sim ELE ESTÁ NESSA CASA! Depois de diversos tipos de testes, 20 casais que nunca se viram antes são confinados em uma casa e o seu par perfeito está nela, você apenas não sabe quem é. A missão dessas 20 pessoas é encontrar seu par ideal para ganhar o prêmio de 2 milhões de dólares. A cada episódio se tem o direito de mandar um casal para a cabine da verdade para saber se são ou não o casal perfeito. Se sim, saem da casa e vão curtir sua lua-de-mel até o final da temporada, comparecendo apenas as reuniões de match. Se não, voltam para a casa e tentam novamente achar o seu mozão. A cada domingo eles se reúnem e formam casais que consideram ser os ideais e são informados quantos casais estão corretos, mas não quais são. É pura matemática. Novamente, aqui tem direito a barraco, choro, brigas, intrigas e muito sexo novamente. Eu ia pirar se fosse pra uma casa dessa sabendo que um cara perfeito pra mim sem saber quem é. Novamente, eu assisto pelo youtube.



1) Keeping Up with the Kardashians

É IMPOSSÍVEL NÃO AMÁ-LAS! Meu Deus, eu sou apaixonada por essa família. Eles não fazem nada demais, mas mesmo assim eu acompanho tanto a vida deles que me sinto como uma prima. Apesar de não ter a conta gorda que eles tem. Para você que vive numa bolha e não sabe quem os Kardashians são eles formam uma família de socialites dos EUA que tem o cotidiano filmado para que nós, meros mortais, possamos nos divertir com seus problemas, crises e ostentação. Como não se relacionar com eles, gente, me diz! É o reality mais inútil que existe e por esse motivo é o que eu mais adoro. Khloé, por favor, venha ser minha melhor amiga porque você é fantástica. O reality sempre passa no canal E!.